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Partilha!X A Specialized Roubaix destaca-se pelo seu conforto e pela ergonomia apurada. Mas, no mundo real, isto faz sentido? Fomos ao terreno ver como se porta esta versão S-Works SL8. Quantas vezes já vos disseram que têm de sair do sofá, que têm de fazer mais exercício…? Isso é porque o vosso “sofá” não é uma Specialized Roubaix S-Works SL8. Se fosse, tinham já a desculpa ideal para fazerem muitos e bons kms de estrada! É que esta topo de gama endurance destaca-se pelo conforto…PUB É isso mesmo: desta vez trazemos a nossa opinião sobre a Specialized Roubaix S-Works SL8, a mais exclusiva da gama Roubaix e que ajuda a elevar a categoria Endurance Road, uma filosofia que a marca norte-americana promove há mais de 20 anos. Rota dos 4 Castelos: 200 kms com a Specialized Roubaix S-Works! E a sigla S-Works faz com que esta Roubaix se destaque de imediato, certo? Apesar de ser uma endurance, nota-se pela sua geometria (e claro, pelo Future Shock 3.0), que esta bicicleta apresenta “pedigree” de competição. Leve, esbelta, bem equipada… Mas a pergunta é: porque é não vemos mais bicicletas Specialized Roubaix na estrada? Vamos à review, mas antes espreita como passámos um dia inteiro com ela a fazer a Rota dos 4 Castelos. Está no vídeo acima e aqui. A nossa avaliação… A Specialized Roubaix S-Works SL8 é uma bicicleta que impressiona. Sendo ela uma endurance assumida, não estávamos à espera de uma faceta tão desportiva numa montagem orientada para o conforto. Excelente surpresa!PUB A bicicleta tem as suas limitações e alguns pequenos e menores “problemas”, digamos assim, mas mostra-se muito completa e com capacidade para se adaptar a vários tipos de ciclistas. O Future Shock é uma das mais-valias, bem como “luxos” como a transmissão eletrónica da Sram e as boas rodas em carbono da Roval, que fazem com que o preço “dispare”. O que mais nos agrada… O sistema Future Shock 3.0, que promove até 40 mm de curso. A transmissão eletrónica Sram Red AXS. O clearance para pneus de até 38 mm. O que menos nos agrada… O guiador elevado, que nesta versão S-Works poderia ter uma variação diferente… A posição de condução, que em ritmos mais elevados pode comprometer o desempenho. A passagem de cabos por fora em várias partes do quadro. Especificações da Specialized Roubaix S-Works SL8: » Quadro: Fact 12R, Rider First Engineered Amortecedor na direção: Future Shock 3.3 Rodas: Roval Terra CLX II Pneus: S-Works Mondo 2BR 700x32c Travões: Sram Red, Hydraulic Disc, 160 mm Transmissão: Sram Red AXS Cassete: Sram Red XG-1290, 12-speed, 10-36t Pedaleiro: 46/33t Selim: S-Works Power Mirror Espigão: S-Works Pave Peso: 7,2 kg Preço: 12.350 euros Site e informações: www.specialized.com/pt Review completa Comecemos pelo mais “flagrante:” embora não pareça à primeira vista, assim que lhe deitamos as mãos percebemos que o quadro desta Roubaix é de uma leveza impressionante. Construído com recurso ao carbono Fact 12R da Specialized, pesa apenas 825 gramas, diz a marca. PUB E isto torna a bicicleta bastante fácil de manusear e de colocar onde a queremos em casa curva, como é habitual nos modelos que são ao mesmo tempo leves e rígidos na medida certa. Aqui, esta Roubaix ganha pontos! Esta Roubaix 2025 é mais leve do que parece à primeira vista… E tudo melhora um pouco mais quando começamos a passar mudanças na transmissão eletrónica da Sram, neste caso um conjunto Red AXS com medidor de potência integrado no pedaleiro. Aqui encontramos uma relação de pratos 46/33 (neste caso é normalíssimo termos um sistema de duplo prato, como seria de esperar), bem como uma cassete 10-36t, o que nos possibilita fazer um “ataque” mais forte e versátil aos mais variados terrenos. Rodas Roval Terra CLX II As rodas são ao estilo gravel, é verdade! As Roval Terra CLX II com 25 mm de largura interna são algo que encarece esta Roubaix nesta versão SL8, é um facto, mas fazem toda a diferença a ajudar a bicicleta a ser ainda mais confortável. Rolam bem, contribuem para a leveza geral do conjunto e ainda “casam” bem com os pneus S-Works Mondo que vem de origem, com 32 mm de largura. Nada a assinalar a este par de pneus, cumprem a sua missão. Future Shock 3.3: futuro ou passado? O Future Shock apresenta-se aqui na sua versão mais recente e, claro, no seu máximo esplendor, que é a versão 3.3. Este sistema de amortecimento integrado na caixa de direção é algo completamente habitual na Roubaix e algo que faz toda a diferença, também.PUB Fornece até 40mm de curso e neste modelo pode ser ajustado em três posições distintas, consoante o “terreno”: fechado, intermédio, aberto. Para uma bicicleta que se diz ser a “rainha” do empedrado, ter uma “ferramenta” como esta é um trunfo a ter em conta. Com sistema Future Shock 3.3, a versão mais recente deste mini amortecedor de 40 mm. Mas, na realidade, isto ajuda? Sim. A diferença é grande quando comparamos a Specialized Roubaix S-Works com uma bicicleta convencional, ou seja, sem amortecimento no guiador. E como em Portugal as estradas são aquilo que sabemos que são, poder ter algo deste género ao nosso serviço é fantástico! Ver esta publicação no Instagram Uma publicação partilhada por GoRide.pt (@gorideproject) Em comparação direta com outro ciclista numa bicicleta sem Future Shock, na mesma volta, ao circularmos em empedrado é notória a diferença de vibração registada na parte da frente da Roubaix. Buracos, lombas, escolham vocês… A bicicleta é um “sofá” autêntico. Isto, aliado à geometria endurance (com a frente mais elevada) e aos pneus largos, torna a experiência muito agradável. E, sim, dá para fazer uns bons caminhos de gravel com esta Roubaix! Detalhes que importam… Esta Specialized Roubaix S-Works SL8 destaca-se depois pela sua versatilidade acrescida. Contamos com vários pontos de fixação no quadro, com clearance de até 40 mm de largura e com um espigão Specialized Pavé em carbono (com mais flexão). Sensações e pontos menos positivos Não existe nenhuma desvantagem aparente ao utilizarmos esta bicicleta. Apenas alguns inconvenientes… Mas já lá vamos. Aliás, o conforto e a leveza fazem dela uma escolha equilibrada para vários tipos de ciclista. Por outro lado, e sendo esta a versão topo de gama S-Works, trocávamos de bom grado o guiador elevado por um flat. Ou seja, sem curvatura positiva. Algo um pouco mais racing e que a poderia diferenciar das versões abaixo em termos de equipamento e preço. Outro senão é o facto de haver cablagem a passar por fora… Isto numa bicicleta que custa mais de 10.000 euros. Contudo, e devido à presença do Future Shock, não existe solução para isto, aparentemente. Por último, um pequeno detalhe de condução: esta Specialized Roubaix S-Works SL8 é uma bicicleta incrível, mas, para ritmos de competição (ou de grupos muito “fortes”), peca pela dificuldade acrescida em rolar acima dos 40 km/hora. Até essa velocidade tudo bem, mas acima deste número sentimos uma resistência acrescida e um dispêndio de energia extra. Isto em nada tem que ver com o material, mas sim com a posição em que pedalamos, que é mais elevada. E que tal?… No fundo, a Specialized Roubaix S-Works é uma boa proposta da marca. Na nossa opinião, um ciclista amador pode encontrar aqui uma “máquina” muito versátil: rápida q.b., com potencial para longas viagens e até gravel. Maus pisos, empedrado e até terra batida. Honestamente, o que é que esta bicicleta não oferece? Equipa GoRide responsável pelo teste: » Texto, teste, rider nas imagens: Rafael Prazeres Fotografias: Bernardo Gouveia Caso detetes algum erro ou tenhas informação adicional que enriqueça este conteúdo, por favor entra em contacto connosco através do email geral[arroba]goride.pt.
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