Como sabemos, Tom Pidcock, na sua nova equipa Q36.5 Pro Cycling Team, venceu o AlUla Tour 2025! E agora a Q36.5 Pro Cycling Team revela algo que é sempre interessante de se ver: pormenores daquilo que pode ser toda a logística para participar numa prova como esta. E também o que implicou participar no Tour de Omã, este ano.

PUB
Orbea Genius Dealers

Viajar para corridas fora da Europa representa um grande desafio logístico para qualquer equipa de ciclismo profissional. Para a Q36.5 Pro Cycling Team, a participação no AlUla Tour e no Tour de Omã deste ano exigiu uma preparação meticulosa, desde o transporte de bicicletas e equipamento até à gestão de voos comerciais com restrições de bagagem, por exemplo.

E a equipa acaba de divulgar alguns pormenores sobre todo este processo! Toda a logística da equipa começou no Service Course, na Países Baixos, onde os mecânicos Daan van den Berg, Giannis Chatzichristou e Ton de Vaan prepararam tudo o que era necessário para os ciclistas e staff durante as competições na Arábia Saudita e Omã.

“Temos de embalar tudo. Parece estranho, mas é isso que diferencia estas corridas de uma prova na Europa,” explica Daan van den Berg, mecânico da equipa.

PUB
Orbea Genius Dealers

“Nos nossos camiões e carros temos sempre ferramentas, rodas, comida e equipamentos organizados. Para o AlUla Tour, tivemos de prever qualquer necessidade, porque não há lojas de bicicletas lá”.

A lista de material transportado incluiu 700 kg de equipamento: bicicletas suplentes, rodas, travões e mudanças extra, suportes, rádios, mantimentos e ferramentas para que os mecânicos pudessem montar uma bicicleta do zero caso fosse necessário.

Transporte para o Médio Oriente

Para a deslocação à Arábia Saudita, todo o equipamento foi enviado de Paris num avião de carga organizado pela prova. À chegada, os mecânicos Edgar e Joaquin trataram da montagem e verificação de todas as bicicletas para garantir que estariam prontas para o primeiro dia de corrida.

Já para o Tour de Omã, a equipa teve de lidar com restrições de bagagem em voos comerciais, exigindo um planeamento ainda mais detalhado. Sarah, responsável pela logística da equipa, organizou os bilhetes e certificou-se de que havia espaço suficiente para todo o equipamento.

PUB
Orbea Genius Dealers

“Cada kg extra custa dinheiro, por isso temos de embalar tudo com eficiência”, explica Daan. “Os quadros de bicicleta viajam em malas específicas, com rodas, guiadores e pedais desmontados para maximizar o espaço. Depois pesamos tudo e usamos esses sacos também para transportar géis, barras energéticas e ferramentas”.

O regresso e a preparação para as próximas corridas

No final das provas, os mecânicos tratam do envio do equipamento de volta ao Service Course, onde Jean-Pierre e Ricardo, responsáveis pelo armazém, fazem a inspeção final.

“Verificamos tudo o que regressa, seja de um camião, de um avião ou de um carro da equipa”, explica Daan. “Nem sempre volta tudo – por exemplo, a comida e os bidons não regressam nas mesmas quantidades!”.

O objetivo é que tudo esteja pronto para a próxima competição, refletindo o espírito de equipa da Q36.5 Pro Cycling Team, tanto na estrada como nos bastidores. “Tal como os ciclistas, o nosso trabalho tem de estar sempre afinado para a corrida seguinte”, conclui Daan.

É assumido que aqui no GoRide admiramos Tom Pidcock, por isso vamos continuar a acompanhar o que a Q36.5 vai fazer esta temporada. E será que o britânico fará também uma “perninha” no BTT?

Mais info:


Créditos das imagens: @SprintCycling

PUB
Equipamentos GSG

Também vais gostar destes!